Na busca de um parceiro(a) para compartilhar a vida, treinamos para olhar os valores sociais do pretendido(a). Além das características físicas, observa-se humor, espontaneidade, intelectualidade, vínculo familiar, grupo de amigos, cargo, status social e outras cositas.
Porque escolhemos a pessoa X para ser nosso parceiro(a)? Com que intuito entra-se nessa relação?
Motivos inconscientes influenciam fortemente essa escolha como: alguém que me oriente e que eu possa seguir, alguém que confirme o meu valor, que preencha o vazio, que seja pouco exigente, tolerante, passivo, alguém a quem eu possa dominar e a quem possa dirigir meus conflitos pessoais, alguém independente ou que tenha coisas em comum.
Como posso depois, de passado o encantamento, criticar essa pessoa por ser tão fiel aos valores que me atraiu?
Se, por acaso, gostei de sua passividade, poderei me irritar por que raramente ele(a) toma iniciativa? Se o(a) escolhi pela sua frieza relacional poderei critica-lo(a) porque em determinados momentos fica mais distante?
Conhece bem quem vai entrar nesse relacionamento?
Ah, eu não estou perguntando do escolhido.
O autoconhecimento pode tornar as escolhas mais conscientes, permitir relacionar-se com maior afinidade e a melhorar a administração dos conflitos.
Luka Lim
Tenha um bom dia.
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