Pequenina e despretensiosa ela cai ao solo.
Com a chuva a terra se afofa; ela se mistura às gotas grossas e penetra a terra.
No abrigo e no calor do solo recebe seus nutrientes e se fortalece.
Descobre que é vida multiplicadora, se empodera e germina.
Desenvolve-se sem esforço; sonha ser grande para dar flores, frutos e sombra.
Quem sabe é uma mangueira e pode cumprir todos os seus objetivos;
Talvez seja uma roseira e enfeitará o caminho.
No propósito embutido, ela é o que é.
Se for planta de feijão não poderá produzir melão;
Mas poderá nutrir a um milhão,
Continuando a vida em muitas sementes novas
Que despretensiosas no solo germinarão.
Abra um caminho para si mesmo dentro de si, evitando investir energia noutra direção.
Felicidades!
Luka Lim
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